Lesão no joelho impediu Cicinho de assinar com Chapecoense em 2016

oje aposentado, o lateral Cicinho tem passagens bem-sucedidas por São Paulo, Real Madrid, Turquia e Seleção Brasileira. Em um testemunho realizado em uma igreja paulista, o atleta contou uma história emocionante sobre sua carreira e, também, sua vida.

A história se passa em 2016, quando Cicinho já atuava há três temporadas no Sivasspor, da Turquia, e buscava um retorno ao futebol brasileiro.

“Em 2016, eu tinha um pré-contrato assinado com uma equipe do Brasil. Faltando cinco rodadas para o fim do Campeonato Turco, eu machuquei o joelho. Rompi o ligamento do joelho esquerdo e essa é uma contusão que você fica parado de seis meses a um ano. No dia 5 de junho era pra eu estar me apresentando no novo clube, mas pela lesão, o contrato foi quebrado”, contou.

Passado alguns meses, em novembro, fui para a sala e liguei a TV. Quando eu sentei no sofá, cai de joelhos e comecei a chorar. Minha esposa veio e perguntou o porque do choro, e eu disse: ‘Olha ali, o time que era pra eu ter assinado o contrato em junho chama-se Chapecoense’”.

O acidente com a Chapecoense aconteceu em 29 de novembro de 2016. O avião que transportava a equipe brasileira para a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional, caiu na região de Antióquia, na Colômbia. Ao todo, 71 pessoas morreram e seis sobreviveram

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