Caso Daniel: apps foram excluídos do celular de suspeita após execução

s investigações do assassinato bárbaro do jogador Daniel Correaainda estão em andamento. Desta vez, os peritos investigaram o celular de Cristiana Brittes, presa acusada de envolvimento no crime, em outubro de 2018. O laudo mostra que todos os aplicativos de trocas de mensagens e redes sociais foram excluídos do aparelho dias depois da execução. A informação é do portal Uol.

De acordo com a reportagem, a mulher de Edison Brittes Júnior, réu que confessou ter matado Daniel, levou o celular a uma assistência técnica em Curitiba (PR) no dia 31 de outubro do ano passado, quatro dias após o assassinato, para conserto no microfone do aparelho.

O Uol teve acesso ao laudo, que mostra exatamente os dias e horários em que os aplicativos de redes sociais foram usados pela última vez. Não foi possível, no entanto, determinar as datas das desinstalações. A perícia queria verificar se havia troca de mensagens ou elementos relacionados à morte do jogador. Contudo, não conseguiram acessar as conversas antigas.

A perícia confirmou que o aparelho apresentava problema no microfone, portanto, não era possível efetuar gravações de áudio ou vídeo pelo celular de Cristiana. A família Brittes alegou, em novembro de 2018, que esse foi o motivo da visita à loja de celular.

Prints
Os peritos encontraram no aparelho dois prints de tela de conversas relacionadas a Daniel. As capturas são do dia 23 de agosto de 2017, mais de um ano antes do crime. No primeiro trecho, Allana conversa com Daniel e, na segunda conversa, com o pai, Edison Brittes Júnior, sobre o jogador.

O trecho da conversa com Daniel mostra o que pode ser o início da amizade entre ele e Allana. Daniel diz que “só queria conhecê-la”. Não é possível saber quem começou a conversa pelo WhatsApp, por se tratar de um print, e não da imagem completa. Outra captura de tela mostra que a filha pediu permissão ao pai para sair com o jogador. “Hoje não”, respondeu Brittes na ocasião.

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